![sentimento-singular:
Entreguei-me demais, acreditei demais, amei demais e me iludi demais. Enfim, eu me fudi. Pois é, vou ser sincera. Eu quebrei minha cara, muito e muito feio. Estava tudo estampado na minha cara, estava exposto para quem quisesse ver. A verdade estava na minha frente, mas eu fui tão tola que preferi não acreditar na verdade e fazer dela uma simples mentira. Digamos que fingir que esqueci. Só fingi, porque esquecer de verdade eu não conseguia de maneira alguma. Por mais que eu quisesse. E aquilo foi me corroendo, foi fazendo uma pequena cicatriz em meu peito e essa cicatriz só foi piorando e aumentando […] Da cicatriz, criou-se uma ferida, da ferida criou-se um machucado, do machucado criou-se um buraco e com o tempo ele foi se tornando profundo, até que atingiu o meu coração em cheio. Foi uma dor gigantesca, insuportável, daquelas que eu não conseguia nem me manter em pé ao menos 1 segundo. É eu sei, eu sou fraca, frágil, aliás, eu sou idiota. Tive que “apanhar” e “cair” para aprender a me amar a cima de tudo, até que foi bom, não nego, mas só por uma parte, convenhamos. Demorou tempo para que aquele buraco no meu peito se curasse, tive que sentir muita dor, muito sofrimento até achar uma solução ou algo que pudesse me distrair daquela dor, mas enfim, ele curou-se com o meu esforço e dedicação, mas sobrou uma marca dele, infelizmente. Existe uma cicatriz para lembrar-me de tudo o que eu passei. E muitas vezes bate aquela fisgada no peito, uma angústia que me sufoca. E assim vou seguindo, com uma cicatriz enorme no peito que só insiste em me atormentar e me torturar. — cismad-a](http://24.media.tumblr.com/tumblr_m3zyc2OoHd1r172jyo1_500.jpg)
Entreguei-me demais, acreditei demais, amei demais e me iludi demais. Enfim, eu me fudi. Pois é, vou ser sincera. Eu quebrei minha cara, muito e muito feio. Estava tudo estampado na minha cara, estava exposto para quem quisesse ver. A verdade estava na minha frente, mas eu fui tão tola que preferi não acreditar na verdade e fazer dela uma simples mentira. Digamos que fingir que esqueci. Só fingi, porque esquecer de verdade eu não conseguia de maneira alguma. Por mais que eu quisesse. E aquilo foi me corroendo, foi fazendo uma pequena cicatriz em meu peito e essa cicatriz só foi piorando e aumentando […] Da cicatriz, criou-se uma ferida, da ferida criou-se um machucado, do machucado criou-se um buraco e com o tempo ele foi se tornando profundo, até que atingiu o meu coração em cheio. Foi uma dor gigantesca, insuportável, daquelas que eu não conseguia nem me manter em pé ao menos 1 segundo. É eu sei, eu sou fraca, frágil, aliás, eu sou idiota. Tive que “apanhar” e “cair” para aprender a me amar a cima de tudo, até que foi bom, não nego, mas só por uma parte, convenhamos. Demorou tempo para que aquele buraco no meu peito se curasse, tive que sentir muita dor, muito sofrimento até achar uma solução ou algo que pudesse me distrair daquela dor, mas enfim, ele curou-se com o meu esforço e dedicação, mas sobrou uma marca dele, infelizmente. Existe uma cicatriz para lembrar-me de tudo o que eu passei. E muitas vezes bate aquela fisgada no peito, uma angústia que me sufoca. E assim vou seguindo, com uma cicatriz enorme no peito que só insiste em me atormentar e me torturar. — cismad-a
Show dos meus Ídolos.
Acabar com a Distância




